sexta-feira, 27 de maio de 2011

Fofuchos

Meus primeiros fofuchos

Xarope de Guaco

Minha princesinha tem sérios problemas respiratórios devido à alergias, principalmente quando ocorre mudanças climáticas. No mês de abril, ela teve uma crise intensa que durou cerca de vinte dias. Foi uma loucura, idas constantes para hospital e uma infinidade de corticóides! Navegando pela net, encontrei uma receita caseira de xarope de guaco, confesso que nunca dei muito crédito para esse tipo de receitas, entretanto resolvi testar. Minha filhota, teve uma excelente recuperação, desde então tenho dado somente o xarope de guaco diariamente, e mesmo com todas as mudanças de temperatura ela não teve mas crises.
Por isso, resolvi compartilhar a receita do xarope com vocês.

Xarope de Guaco

1 xícara de folhas de guaco (desidratadas ou não)
1 xícara de açúcar
1 xícara de água
canela em pau e cravinhos da índia
manjericão, alecrim
2 colheres de sopa de mel

Derreta o açúcar na água e junte os outros ingredientes(menos o mel). 
 Ferva em fogo baixo até reduzir bastante.
Coe, junte o mel, deixe esfriar e dê em colheradas ao longo do dia.

 Fonte: http://www.dralilian.com.br/2009/05/receitas-de-xarope-caseiro.html


quinta-feira, 26 de maio de 2011

Bolo Campo de Futebol

Encomenda: este foi para Aldeia Tey' Kue

terça-feira, 24 de maio de 2011

Escola Municipal Rui Barbosa presta Homenagem às Mães


A Escola Municipal Rui Barbosa, no dia seis de maio, reuniu responsáveis, estudantes, professores e funcionários administrativos, para prestar homenagem às mães pelo seu dia. Durante o evento um grupo de alunas da Escola apresentou uma coreografia sob a coordenação da Professora Josefa Machado, os Professores Inez Terra, Valter Ávila e o Aluno Matheus Henrique Loureiro encenaram uma peça teatral, a Aluna Carolina Machado e o Professor Michel Gil Coronel entoaram a canção “Exemplo de Mulher”, e a Coordenadora Ana Paula Costa encerrou a primeira parte do evento com a canção “Aos olhos do Pai”. 

 Na segunda parte do evento houve o sorteio de vários brindes doados pelos seguintes patrocinadores: Secretaria Municipal de Educação e Esportes, Câmara Municipal de Vereadores,Professores da E. M. Rui Barbosa, Vereador Manezinho, Secretário de Obras Maitã, Lojas Floraí, Fênix Confecções, Hellen Confecções, Banca Caarapoense, Alessandra Prudêncio, Andrea Padin, Selma Cariaga , Chefe do Departamento de Esporte Paulo, Lojas Marroni, Pappylon Papelaria e Zoraide Cáceres.

No encerramento foi servido um jantar para todos os presentes. O Diretor Escolar Edimilson Liberal afirmou: “é uma alegria para nós constatarmos que a comunidade está cada vez mais participativa e forte nas reuniões e eventos promovidos pela Escola, pois esta participação reflete diretamente na melhoria do aprendizado dos alunos”.





quarta-feira, 18 de maio de 2011

Intervenções Pedagógicas Nas Dificuldades de Aprendizagem

Resumo do Artigo

Não há dúvidas que, para “o fazer” cotidiano dos professores, constitui um importante problema abordar o desafio colocado por um considerável número de alunos que, sem deficiência mental, nem sensorial, nem privação ambiental, não alcançam rendimentos inicialmente esperados em suas aprendizagens.

INTERVENÇÕES PEDAGÓGICAS NAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
PROFª IARA SILVIA ARFELLI MARTINS
Não há dúvidas que, para “o fazer” cotidiano dos professores, constitui um importante problema abordar o desafio colocado por um considerável número de alunos que, sem deficiência mental, nem sensorial, nem privação ambiental, não alcançam rendimentos inicialmente esperados em suas aprendizagens.

O que são realmente as dificuldades de aprendizagem?
A literatura sobre as dificuldades de aprendizagem se caracteriza por um conjunto desestruturado de argumentos contraditórios.
Apesar do conceito de dificuldades de aprendizagem apresentar diversas definições e ainda ser um pouco ambíguo, é necessário que tentemos determinar à que fazemos referência com tal expressão ou etiqueta diagnóstica, de modo que se possa reduzir a confusão com outros termos tais como “necessidades educativas especiais”, “inadaptações por déficit socioambiental” etc.,.
Podemos assinalar como elementos de definição mais relevantes:
                  A criança com transtornos de aprendizagem tem uma linha desigual em seu desenvolvimento.
                  Seus problemas de aprendizagem não são causados por pobreza ambiental.
                  Os problemas não são devidos a atraso mental ou transtornos emocionais.
Em síntese, só é procedente falar em dificuldades de aprendizagem quando fazemos referência a alunos que:
                  Têm um quociente intelectual normal, ou muito próximo da normalidade, ou ainda, superior.
                  Seu ambiente sócio familiar é normal.
A literatura sobre as dificuldades de aprendizagem se caracteriza por um mero acaso sobre a Teoria do Déficit.
                  Não apresentam deficiências sensoriais nem afecções neurológicas significativas.
                  Seu rendimento escolar é manifesto e reiteradamente insatisfatório.
O que podemos observar, de modo geral, em alunos com dificuldades de aprendizagem incluem problemas mais localizados nos campos da conduta e da aprendizagem, dos seguintes tipos:
Atividade motora: hiperatividade ou hipoatividade, dificuldade de coordenação…..,
Atenção: baixo nível de concentração, dispersão…,
Área matemática: problemas em seriações, inversão de números, reiterados erros de cálculo …,
Área verbal: problemas na codificação/ decodificação simbólica, irregularidades na lectoescrita, disgrafías …,
Emoções: desajustes emocionais leves, baixa auto-estima …,
Memória: dificuldades de fixação …,
Percepção: reprodução inadequada de formas geométricas, confusão entre figura e fundo, inversão de letras …,
Sociabilidade: inibição participativa, pouca habilidade social, agressividade.
Bem, e daí? Somos professores e os alunos estão em nossas escolas, em nossas classes. O que fazer?
Assumamos com todos os nossos conhecimentos, com toda nossa dedicação, os princípios da normalização e individualização do ensino, optando pela compreensão ao invés da exclusão. Esta é uma visão que tenta superar a concepção patológica tradicional dos problemas escolares que se apóia em enfoques clínicos centrados nos déficits dos alunos e em tratamentos psico-terapêuticos em anexo aos processos escolares.
Partindo da realidade plenamente constatada que todos os alunos são diferentes, tanto em suas capacidades, quanto em suas motivações, interesses, ritmos evolutivos, estilos de aprendizagem, situações ambientais, etc. , e entendendo que todas as dificuldades de aprendizagem são em si mesmas contextuais e relativas, é necessário colocar o acento no próprio processo de interação ensino/aprendizagem.
Sabemos que este é um processo complexo em que estão incluídas inúmeras variáveis: aluno, professor, concepção e organização curricular, metodologias, estratégias, recursos. Mas, a aprendizagem do aluno não depende somente dele, e sim do grau em que a ajuda do professor esteja ajustada ao nível que o aluno apresenta em cada tarefa de aprendizagem. Se o ajuste entre professor e aprendizagem do aluno for apropriado, o aluno aprenderá e apresentará progressos, qualquer que seja o seu nível.
É óbvio a grande dificuldade que os professores sentem quando se deparam com alunos que se lhes apresenta como com “dificuldades de aprendizagem”. Nessa altura do texto, coloco “dificuldades de aprendizagem” entre aspa, pois, muitas vezes me pergunto, se estas dificuldades são de ensino ou de aprendizagem. Ambas estão juntas, é difícil dizer qual das duas tem mais peso.
O que acontece quando o docente se esquece que a escola é um universo heterogêneo, tal como a sociedade? Devemos ter em mente que nem todos aprendem da mesma maneira, que cada um aprende a seu ritmo e em seu nível. Precisamos criar novos contextos que se adaptem às individualidades dos alunos, partindo do que cada um sabe, de suas potencialidades e não de suas dificuldades.
Didática: fator de prevenção
De acordo com Blin (2005) sem subestimar o efeito de fatores externos à escola, variadas pesquisas sobre a eficácia do ensino têm demonstrado a influência dos professores e da maneira como conduzem a ação pedagógica, não somente sobre a forma como se dá a aprendizagem dos alunos, mas também sobre o modo com que se comportam em aula. O conhecimento dos processos associados ao ato de aprender e uma prática didática capaz de facilitá-los pode minimizar grande parte dos problemas e dos rótulos colocados nos alunos com “dificuldades de aprendizagem”.
—"Ora, é impossível dar  mais atenção para alguns alunos, com as classes lotadas e com o programa que tem de ser igual para todos. Somos cobrados pelos pais, principalmente os das escolas particulares". (uma professora de 4ª série do E.F I)
Segundo Perrenoud (2001) pode-se duvidar que, mesmo em uma classe tradicional em que se pratica o ensino frontal, que o professor se dirija constantemente a todos os alunos, que cada um deles receba a mesma orientação, as mesmas tarefas, os mesmos recursos. E, coloca três motivos para isto:
                  O professor interage seletivamente com os alunos e, por isso, alguns têm, mais que outros, a experiência de serem ouvidos ou questionados, felicitados ou repreendidos. Pergunta ele: quanto à comunicação não verbal, como ela poderia ser padronizada?
                  Mesmo nessas classes tradicionais, muitas vezes o trabalho é realizado em grupos, e o professor circula como um recurso para atender os alunos.
                  A diversidade dos ritmos de trabalho pode levar ao enriquecimento ou ao empobrecimento das tarefas. Assim, sempre há aqueles que terminam primeiro e têm tempo para brincar, ler, enquanto outros demoram para terminar e é preciso esperá-los.
Coloca ainda o autor: "Se considerarmos o currículo real como uma série de experiências, chegaremos, grosso modo, a uma conclusão evidente: o currículo real é personalizado, dois indivíduos nunca seguem exatamente o mesmo percurso educativo, mesmo se permanecerem de mãos dadas durante anos".
O que Perrenoud deixa claro, é que individualização de itinerários educativos é possível para os professores, pois ao invés de uma individualização deixada ao acaso, "pode ser feita uma individualização deliberada e pertinente dos aos projetos e às necessidades diferentes dos indivíduos".(obra citada)
Alunos que reprovam vários anos na mesma série são mais comuns do que se pode imaginar. Essas crianças sentem que a escola não foi feita para eles e se evadem. Segundo Freire (1999, p.35), “os alunos não se evadem da escola, a escola é que os expulsa”.  Quem realmente falhou, o aluno ou a escola? Esses alunos reprovados retornarão no ano seguinte?
Uma criança curiosa que está descobrindo o mundo e suas possibilidades não progrediu nada em um ano, dois ou três. . . Isto nos faz questionar o atual sistema de ensino, pois, parece-nos que busca uma produção em série e com isso apenas evidencia as diferenças sem nada fazer por elas.
Vários autores, como Sara Pain, Alicia Fernández, Maria Lucia Weiss, chamam atenção para o fato de que a maior percentual de fracasso na produção escolar, de crianças encaminhadas a consultórios e clínicas, encontram-se no âmbito do problema de aprendizagem reativo, produzido e incrementado pelo próprio ambiente escolar. (WEISS et. al, 1999, p.46)
É importante considerar que a escola deve valorizar os muitos saberes do aluno, e que seja oportunizado a ele demonstrar suas reais potencialidades. A escola tem valorizado apenas o conhecimento verbal e matemático, deixando de fora tantos conhecimentos importantes para sociedade.
O sentimento de pertença deve ser estimulado, alguém acuado, jamais vai demonstrar as potencialidades que possui. Tornando o ambiente escolar acolhedor, aceitando a criança como ela é, oferecendo meios para que se desenvolva, já é uma garantia de dar certo o trabalho em sala de aula.
É necessário que os profissionais da educação adotem uma postura ética em relação ao aluno, que assim como eles convivem em uma sociedade excludente.
Portanto, diversificar as situações de aprendizagem é adaptá-las às especificidades dos alunos, é tentar responder ao problema didático da heterogeneidade das aprendizagens, que muitas vezes é rotulada de dificuldades de aprendizagens. percursos educativos às diferentes características, às possibilidades,de todos os alunos.
Bibliografia:
Blin, Jean-François. Classes difíceis: ferramentas para prevenir e administrar os problemas escolares. Porto Alegre: Artmed, 2005.
Lacasa, P. & Guzmán, S. (1997). Dónde situar las dificultades de aprendizaje? Transformar las aulas para superarlas. Cultura y Educación, 8, 27-48.
FREIRE, Paulo. A Educação na Cidade. São Paulo, SP: Cortez, 3ª ed,1999.
Perrenoud, Philippe. A pedagogia na escola das diferenças: fragmentos de uma sociologia do fracasso. Porto Alegre: Artmed Editora, 2001.
WEISS, Alba Maria Lemme, CRUZ, Maria Lúcia R. A Informática e os Problemas Escolares de Aprendizagem. Rio de Janeiro: Ed. DP&A, 1999.

terça-feira, 17 de maio de 2011

AMBIENTE ALFABETIZADOR


A sala de aula precisa ser um ambiente alfabetizador e este é construído a medida que o processo de alfabetização e letramento for se desenvolvendo.

Observe se sua sala de aula está entulhada de material em desuso, ou se está praticamente sem material algum.

Veja o que expor:

- Nome dos alunos;
- Calendário;
- Relógio;
- Alfabeto (os quatro tipos de letras);
- Cantigas;
- Trava-línguas;
- Letras de músicas;
- Quadrinhas;
- Listas: de frutas, nomes, brincadeiras, músicas, contos de fada, etc.

Não se esqueça de estender esse ambiente alfabetizador para toda a escola, transformando o ambiente escolar em espaço de oportunidades de convivência com o texto escrito, seja informativo ou literário.

Fonte: Guia do Especilista de Educação Básica  - SEE/MG

DICAS PARA MANTER A SAÚDE NO INVERNO

O frio apareceu trazendo com ele algumas doenças, como alergia, asma, gripe e resfriados, que se intensificam com as baixas temperaturas.
“Medidas simples colaboram para melhorar a qualidade de vida nos dias mais frios, e fazem toda a diferença para prevenir problemas de saúde”, afirma o médico pneumologista e coordenador estadual de Saúde, Ricardo Tardelli.

Confira algumas dicas para manter a saúde no frio:

Fique atento às variações de temperatura. Em casa, no trabalho e em outros locais fechados, costuma-se sentir calor. Porém, ao sair destes ambientes, a brusca queda de temperatura pode facilitar a ocorrência de doenças. Agasalhe-se antes de sair;
Ingerir líquidos quentes ao longo do dia, como chás, café e chocolate quente, ajuda a manter o corpo aquecido, mas deve-se evitar o exagero no consumo desses produtos.
Mantenha a higiene doméstica, evitando o acúmulo de poeira, que desencadeia diversos problemas alérgicos;
Evite banhos com água muito quente, que provocam ressecamento da pele;
Evite exposição prolongada a ambientes com ar condicionado_ quente ou frio;
As pessoas com alergia devem ficar atentas a cobertores que soltam pelos. Substituí-los por mantas de tecido sintético ou algodão pode auxiliar na prevenção de rinites e outros quadros alérgicos;
As alergias também podem ser reduzidas lavando e secando ao sol, antes de usar, mantas, cobertores e blusas de lã, guardadas por muito tempo em armários. Pacientes com antecedentes como bronquite e rinite costumam ter crises nesta época. É importante procurar um médico e seguir suas recomendações;
Atenção ao sol. Mesmo com o frio é importante manter o cuidado com o sol, utilizando protetores, especialmente quando o céu estiver “limpo”;
Tome muito cuidado com o acesso de crianças pequenas à cozinha. Evite que brinquem neste ambiente, atraídas pelo calor. Líquidos e panelas quentes causam graves acidentes. Em caso de queimadura a orientação é buscar atendimento médico imediatamente.

Fonte: UOL Ciência e Saúde

terça-feira, 10 de maio de 2011

Biscoitos Amanteigados de Maisena

Ingredientes

200 gramas de maisena
5 colheres (de sopa) de farinha de trigo
5 colheres (de sopa) de açúcar
1 xícara de manteiga ou margarina
3 colheres (de sopa) de coco ralado

Modo de Preparo

Amasse bem a maisena com os outros ingredientes e faça pequenas bolinhas. Coloque-as separadas numa assadeira grande, sem untar. Achate um pouco cada bolinha com um garfo. Asse em forno moderado (170°), até ficarem coradas na parte de baixo e brancas em cima. Conserve em recepiente fechado.
Rendimento: aproximadamente 80 unidades.