terça-feira, 21 de junho de 2011

25 Maneiras de Usar Lenços ou Echarpes

quinta-feira, 16 de junho de 2011

O TOQUE DA TERNURA

Recentemente li um livro que trazia um depoimento sobre um jovem médico que exerceu o ato supremo: "o toque da ternura". Eis o relato de Robert Schwller que mexeu muito comigo e creio que tocará você também.
...Vi uma reportagem no noticiário da TV a cabo a respeito de uma senhora idosa que aos 86 anos estivera em estado de coma durante meses no hospital. Depois de várias tentativas sem sucesso para traze-la de volta à vida, os médicos, sob o consentimento da família, finalmente decidiram desligar os aparelhos que a mantinham viva. Quando iam faze-lo, porém, um jovem médico os impediu:
- Desligar os aparelhos é muito perigoso, disse ele, estendendo a mão na direção da mulher e pondo-se a acariciar meigamente o braço dela.
para surpresa geral, dentro de pouco tempo a velha senhora abriu os olhos límpidos e belos, olhou para o médico e disse:
 - "Pensei que ninguém se importasse comigo!"
Assim acontece quando Jesus nos toca. O Seu toque nos traz à vida e nos dá um novo sentido. Ele se importa comigo, se importa com você.
Jesus também usava sduas mãos para tocar aqueles que necessitavam da cura para suas enfermidades; e hoje nos toca com seu amor, com sua bondade.
Exerçamos, pois, o toque da ternura, abençoando os nossos irmãos.
Como tenho usado minhas mâos?
Manoel de Oliveira Reis

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Mural: Meio Ambiente

Relógio em EVA com Molde




terça-feira, 7 de junho de 2011

Professores não acreditam que alunos irão concluir Ensino Médio


Apenas 38% dos professores que dão aulas para alunos mais pobres no ensino fundamental da rede pública dizem acreditar que quase todos os estudantes concluirão o ensino médio.

O dado, revelado pelo economista Ernesto Martins a partir do questionário da Prova Brasil -exame do MEC que avalia a qualidade da educação básica-, levanta uma discussão importante.

De um lado, os professores podem simplesmente estar sendo realistas. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, só 38% dos jovens de 18 a 24 anos tinham nível médio completo em 2009.

A descrença na capacidade de muitos alunos completarem o ensino médio pode, no entanto, tornar-se uma profecia autorrealizadora.

O fenômeno foi estudado pelos pesquisadores americanos Robert Rosenthal e Lenore Jacobson, que provaram que a expectativa dos professores tinha impacto no desempenho dos alunos.

Em seus estudos, publicados desde a década de 60, Rosenthal e Jacobson aplicaram testes de QI no início do ano a alunos, mas informaram aos professores resultados falsos, dividindo aleatoriamente as crianças.

Os alunos cujos professores foram induzidos a acreditar erroneamente que tinham QI mais elevado tiveram progresso maior em um novo teste aplicado ao fim do ano em relação aos demais.

Para Ernesto Martins, autor do levantamento, é preocupante constatar que muitos professores demonstram não acreditar no sucesso do trabalho desenvolvido pelas escolas onde eles lecionam.

"O fracasso do aluno deveria ser encarado também como fracasso do professor e da escola", diz o economista.

Mozart Neves Ramos, conselheiro do movimento Todos Pela Educação e membro do Conselho Nacional de Educação, compara o professor ao médico.

"Em ambientes com poucos recursos e muitos problemas, o professor percebe que, por mais que se esforce, será mais difícil mudar a realidade. Se o médico não acredita na cura de um paciente em estado grave, se esforçará menos para salvá-lo."

Maria Helena Souza Patto, docente do Instituto de Psicologia da USP, identifica o preconceito de classe como explicação para a baixa expectativa em relação aos alunos mais pobres.

Ela explica que, com uma visão negativa dos alunos, educadores se relacionam com eles de modo a confirmar as expectativas de que serão incapazes de aprender.

Na prática, afirma a docente, isso pode acontecer por meio de comportamentos explícitos -agressões verbais- ou sutis, como a frequência com que atendem as dúvidas de alunos considerados menos capazes.

Ter como objetivo que todos aprendam sem discriminar os de menor desempenho é uma característica de países com bons indicadores educacionais, segundo relatório da consultoria McKinsey divulgado em 2007.

O estudo mostrou que países como Canadá, Finlândia, Japão, Cingapura e Coreia do Sul identificam alunos com maior dificuldade, agindo imediatamente para que eles não fiquem para trás.

A receita é também seguida por poucas escolas públicas no país com bons resultados nas avaliações do MEC, como a Escola Municipal Bartolomeu Lourenço de Gusmão, em Vila Nova Isabel, zona leste de São Paulo.

A diretora Rosália Hungaro diz que uma das estratégias para que todos aprendam é a divisão das turmas em duplas, para que alunos mais avançados interajam com os de pior desempenho.

Dessa forma, a escola tenta evitar que se formem grupos de bons alunos que sentam na frente da sala, enquanto os menos interessados acabam recebendo menos atenção do professor.

Fonte: Folha de São Paulo
06 de junho de 2011

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Família

"O Casamento é uma instituição abençoada por Deus, faz parte de Seu plano, e aqueles que conhecem e seguem fielmente os princípios do Criador no Matrimônio são bem sucedidos na vida conjugal."